http://theworldshardestgame.net/
There's a new addicting game in the web. It's called "The world's hardest game" and it's just like the name. I still don't know how it's played but, according to the rules, it seems already very interesting to me.
It's been a long time since I started playing Sudoku. I spent some long time playing sudokus sistematicaly and I was already starting to feel bored, because I was getting tired of watching Criminal Minds at night without anything truly challenging to me.
You can play it here.
And voilá, I already have. :)
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
domingo, 22 de Novembro de 2009
Jon Bon Jovi: "Não sei fazer sapatos, este é o meu trabalho" - JN

Os Bon Jovi, a banda da minha juventude, lançam finalmente um novo álbum: The Circle.
Aproveito para deixar aqui a entrevista publicana no JN e uma das músicas desta nova colectânea.
Jon Bon Jovi: "Não sei fazer sapatos, este é o meu trabalho" - JN
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Música
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
1 fim de semana, 2 filmes
Como já é costume com este tempo mais invernoso, apetece ficar mais por casa a ver filmes no quentinho.
Este fim de semana, vi Zack and Miri Make a Porno de (2008) e Ice Age: Dawn of the Dinosaurs (2009).
Quanto ao primeiro, não tem grande qualidade cinematográfica mas é muitíssimo engraçado. Dá para rir em vários momentos.
Este fim de semana, vi Zack and Miri Make a Porno de (2008) e Ice Age: Dawn of the Dinosaurs (2009).
Quanto ao primeiro, não tem grande qualidade cinematográfica mas é muitíssimo engraçado. Dá para rir em vários momentos.
São dois amigos de longa data que partilham um apartamento e uma infinidade de contas por pagar. Depois de água e a luz serem cortadas de vez e de estarem prestes a serem despejados, começam a pensar numa forma rápida de contornar a vida miserável em que se encontravam. Encontraram duas soluções: prostituição ou fazer um filme porno. E foi assim que tudo começou, desde o casting para escolher os actores porno para o filme ao renascer de um amor escondido no meio de uma amizade de há muitos anos. :) É um filme bastante agradável para uma tarde fria e cinzenta. 

Já o Ice Age 3 revelou ser um filme fantástico! As cenas estão perfeitas e todo o filme é hilariante. Por vários momentos, pensei no trabalhão que deve ter dado fazer este filme. Há cenas que parecem verdadeiramente reais, de tão bem feitas. Fantástico mesmo! Os animais estavam espectaculares, principalmente os bebés, com expressões e gestos deliciosamente humanos.
Costuma dizer-se que os filmes em sequela vão perdendo qualidade, mas o Ice Age foge totalmente à regra. Recomendo-os a todos!
Costuma dizer-se que os filmes em sequela vão perdendo qualidade, mas o Ice Age foge totalmente à regra. Recomendo-os a todos!
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cinema
domingo, 25 de Outubro de 2009
Knowing

Knowing com o Nicolas Cage como estrela principal foi o filme de ontem à noite.
Apesar de ter havido uma parte em que custou um pouco mais a acompanhar (sono+cenas demasiado longas apenas com falas), o filme está muito bom.
É um filme de ficção cientifica que se baseia numa folha repleta de números que, aparentemente, não passava disso mesmo: duma folha cheia de números. O que é certo é que, esses números eram combinações de datas trágicas e da quantidade de vítimas mortais. Nada disso seria estranho se as datas não tivessem acontecido 50 anos depois dessa folha ter sido criada.
Acidentes atrás de acidentes, restou a data em que se daria o fim do mundo... A data em que o Sol ficaria demasiado próximo da Terra, tornando assim impossível continuar a haver vida neste planeta. Gerou-se o pânico mundial, acumularam-se pilhagens e foi a confusão total.
Felizmente para a espécie humana (e para os coelhos também!), apareceram uns "Aliens" que vieram buscar os "escolhidos" para procriarem não na Terra, mas sim num outro planeta.
O filme até está engraçado e, apesar de a estória parecer aborrecida, tem uns efeitos especiais muito bem conseguidos e está muito interessante.
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cinema
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Fame
Cerca de 20 anos mais tarde, Fame, depois de passar pelos palcos do teatro, chega finalmente à tela do cinema. Remember my name...
A série dos anos 80:
O filme de hoje:
(O trailer está excelente, muito bem conseguido, sempre com a magia própria de Fame. O único senão está no vídeo clip da música do filme e da própria filme. Tudo bem que tenha sido adaptada ao estilo actual, mas não tem nada a ver com a estória e a mensagem do filme.... fora isso, está perfeito)
A série dos anos 80:
O filme de hoje:
(O trailer está excelente, muito bem conseguido, sempre com a magia própria de Fame. O único senão está no vídeo clip da música do filme e da própria filme. Tudo bem que tenha sido adaptada ao estilo actual, mas não tem nada a ver com a estória e a mensagem do filme.... fora isso, está perfeito)
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cinema
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
A minha prenda de aniversário
Após uma semana, lá consegui arranjar um tempinho para escrever sobre a minha última e mais recente aventura.
Uma das minhas prendas de aniversário foi um passeio pelas margens do rio Douro, desde a Régua até um pouquinho de Espanha.
Roteiro 1º dia:
Uma das minhas prendas de aniversário foi um passeio pelas margens do rio Douro, desde a Régua até um pouquinho de Espanha.
Roteiro 1º dia:
Pelos caminhos do IP4, fomos dar à Régua, onde fizemos a primeira paragem. Aqui, matei o ratinho da fome e deliciei-me com a famosa bola numa pastelaria igualmente famosa chamada A Tendinha. São fantásticas as bolas aqui e há de vários recheios. Uma delícia!
Ainda na Régua, seguimos o rasto de uma nuvem negra de fumo e encontramos a "cereja no topo do bolo". Trata-se de uma locomotiva a vapor construída em 1925 e é composta por várias carruagens da época. Para os interessados, esta locomotiva compõe o Comboio Histórico do Douro que se realiza todos os Sábados.
Vapor no carro e rumamos até ao Pinhão onde aí parámos para almoçar no nosso restaurante preferido da zona, chamado Ponto Grande. Aqui, podem escolher a ementa turística por apenas 15 euros e saboreiam todas as iguarias características da zona, onde não poderia faltar um cálice de vinho do Porto como aperitivo. Aqui, aconselho a irem de estômago vazio para poderem comer de tudo!
Continuando viagem já de estômago cheio, viajámos ao longo das margens do rio Douro e das linhas de comboio fantasmas que outrora deram vida às várias regiões situadas à margem do rio Douro. É difícil ficar indiferente a este isolamento de algumas zonas do país, só porque a manutenção de linhas de comboio ficavam caras demais para continuarem a funcionar, sem haver ninguém superior a reparar nos efeitos colaterais.
Entrentanto, passámos pelo Pocinho, Rio Sabor, Vila Nova de Foz Côa, sempre com o desafio das estradas bem serpenteadas e nada fáceis! É lindo ver como a Natureza se transforma... Por entre as margens do rio Douro e adiante, abundam as vinhas carregadas de uvas prontas a serem colhidas e transformadas em vinho do Douro. Aliás, cruzámo-nos frequentemente por tractores e tractores que andavam super atarefados nesta azáfama da colheita das uvas. Nem imaginam o cheirinho a vinho doce que se sentia pelo ar!
De repente, o solo transforma-se ligeiramente e em vez de vinhas, passámos a ver oliveiras e oliveiras e oliveiras e entrámos na Rota do Azeite. Aqui, a azáfama da colheita era exactamente igual à das uvas, apenas com métodos diferentes e, agora, sem o cheirinho a vinho. :)Entrámos no Parque Natural do Douro.
Até que chegámos a um lugar magnífico onde passámos a primeira noite: um hotel de estilo turismo rural lindíssimo, como que perdido no meio dos montes em Freixo de Espada à Cinta (Bragança) chamado Quinta do Salgueiro.
De seguida, fomos conhecer esta pequena vila chamada Freixo de Espada à Cinta (nome nada fácil de se escrever mas lindo de conhecer!). Além disso, precisávamos ver onde iríamos jantar. Assim que chegámos ao centro, percebemos que não havia muito por onde dar voltas para passar o tempo. A pé, facilmente conhecemos as ruas principais e as ruelas estreitas por entre as casas. Foi engraçado reparar que, ao Sábado à tarde, é por hábito, as senhoras e mesmo as jovens passarem o tempo sentadas na beira da porta na conversa umas com as outras. Pareceu-me terem uma vida super tranquila e relaxada, muito diferente do stress e da confusão da cidade...
Com o passeio, lá conseguimos descobrir um restaurante aparentemente bom, no aspecto em que dizia ter apenas produtos regionais. Se é regional, é o que se quer!
E assim foi e acreditem que não podíamos ter escolhido melhor! Eu comi lombinhos com molho de mel (da zona) e mostarda... Bem... de comer e chorar por mais!! A minha cara metade comeu lombinhos com molho de vinho do porto (claro que da zona também!) e foi tudo de comer e chorar por mais. Para sobremesa, dada à dificuldade de escolha de apenas uma, nada melhor do que pedir um prato de degustação de sobremesas e prová-las a todas!
Depois de uma bela jantarada, decidimos aproveitar a temperatura fantástica que se fazia sentir e fizemos uma caminhada muito relaxada...
2º dia:
Acordar de manhãzinha com o sol a bater na janela e ver algumas nuvens carregadas no céu a ameaçar molhar o fim de semana, mas nada de preocupante.
De Freixo rumámos em direcção a Bragança, onde passámos a segunda noite. Descobrimos sítios fantásticos, como perdidos algures em Portugal. Sítios que julgava não existirem, longe de tudo e de todos. Vimos a natureza no seu maior fulgor, protegida pela falta de acessos fáceis e ainda bem que assim é... Até descobrimos bandos de Grifos!
Em Bragança, decidimos conhecer o castelo de Bragança e as redondezas. Foi engraçado estarmos no lugar da corte portuguesa, no dia anterior em que se celebra a queda da monarquia. :) Mas não encontrámos os duques em lado nenhum :P
Ao final do dia, já cansadíssimos, fomos conhecer o Parque natural do Montesinho e a respectiva aldeia. Ainda bem que estas aldeias são protegidas! São sítios lindíssimos, onde o tempo parece ter parado algures no passado. É tão bom recuar no tempo e sentir aquela tranquilidade de uma vida pacata, sem as confusões e o stress próprio do século XXI. Mas não foi uma viagem nada fácil... encontrámos de tudo pelo caminho, desde rebanhos de ovelhas na estrada, a manadas de bois e vacas, bem ornamentados... bastante assustador passar pelo meio deles, a rezar para que nenhum deles se zangue com o carro... Também encontrámos um burrito, deveras simpático e que eu não resisti a fazer-lhe uma festinha! Já sabem como eu sou...
Ora bem, já falei na Rota do Vinho do Porto, na Rota do Azeite, pelo meio passámos também por uma placa que dizia Rota do Pão. No Montesinho, passámos pela Rota da Castanha... eram hectares e hectares de castanheiros!!
Aqui fica uma imagem do Parque Natural do Montesinho:
Terceiro e último dia:
Bastante mais melancólicos e com o peso de ter que ir embora, descer ao Planeta Terra e, então, regressar à realidade, continuámos o nosso percurso. A ajudar, a chuva, que tanto ameaçou durante todo o fim-de-semana, lá decidiu cair em força no dia de hoje. Mas não pensem que nos desmotivou. Muito pelo contrário, ainda ajudou a tornar a paisagem muito mais bonita e com uma mística bastante diferente.
Pelo caminho, fomos conhecendo barragens imponentes, montes lindíssimos e praias fantásticas criadas pelas barragens. Ainda passámos a fronteira e vimos o outro lado do rio Douro e não achei que os Espanhóis aproveitassem muito melhor a paisagem do Rio. Posso até afirmar que, do nosso lado, há muito mais Natureza e muito mais cuidado na manutenção do meio ambiente.
Fomos almoçar a Miranda do Douro. E fiquei um pouco desiludida com esta cidade, tão prometedora. Achei que estão muito construída, muito em torno do turismo e muito pouco regional e tradicional. Está a ficar uma cidade como tantas outras. O que safa são os montes lindíssimos que a rodeiam e o rio que a banha em baixo.
À vinda embora, viemos passar pelo Parque do Gerês e é indescritível a beleza das paisagens ao longo de todo o percurso. E o tempo cinzento e de chuva tornou tudo muito mais fantástico do que com sol! Só se viam nuvens pelo meio dos vales, como que lá colocadas de propósito. Lindíssimo!
E assim foi... a minha prenda de aniversário. Tenho a certeza que ainda ficou muito por dizer, muito lugar onde estive por descrever. Mas, penso que o essencial ficou aqui registado, para que daqui a uns anos eu possa recordar tudo ao pormenor! Há coisas que não devemos esquecer. :)
Ainda na Régua, seguimos o rasto de uma nuvem negra de fumo e encontramos a "cereja no topo do bolo". Trata-se de uma locomotiva a vapor construída em 1925 e é composta por várias carruagens da época. Para os interessados, esta locomotiva compõe o Comboio Histórico do Douro que se realiza todos os Sábados.

Vapor no carro e rumamos até ao Pinhão onde aí parámos para almoçar no nosso restaurante preferido da zona, chamado Ponto Grande. Aqui, podem escolher a ementa turística por apenas 15 euros e saboreiam todas as iguarias características da zona, onde não poderia faltar um cálice de vinho do Porto como aperitivo. Aqui, aconselho a irem de estômago vazio para poderem comer de tudo!
Continuando viagem já de estômago cheio, viajámos ao longo das margens do rio Douro e das linhas de comboio fantasmas que outrora deram vida às várias regiões situadas à margem do rio Douro. É difícil ficar indiferente a este isolamento de algumas zonas do país, só porque a manutenção de linhas de comboio ficavam caras demais para continuarem a funcionar, sem haver ninguém superior a reparar nos efeitos colaterais.
Entrentanto, passámos pelo Pocinho, Rio Sabor, Vila Nova de Foz Côa, sempre com o desafio das estradas bem serpenteadas e nada fáceis! É lindo ver como a Natureza se transforma... Por entre as margens do rio Douro e adiante, abundam as vinhas carregadas de uvas prontas a serem colhidas e transformadas em vinho do Douro. Aliás, cruzámo-nos frequentemente por tractores e tractores que andavam super atarefados nesta azáfama da colheita das uvas. Nem imaginam o cheirinho a vinho doce que se sentia pelo ar!
De repente, o solo transforma-se ligeiramente e em vez de vinhas, passámos a ver oliveiras e oliveiras e oliveiras e entrámos na Rota do Azeite. Aqui, a azáfama da colheita era exactamente igual à das uvas, apenas com métodos diferentes e, agora, sem o cheirinho a vinho. :)Entrámos no Parque Natural do Douro.
Até que chegámos a um lugar magnífico onde passámos a primeira noite: um hotel de estilo turismo rural lindíssimo, como que perdido no meio dos montes em Freixo de Espada à Cinta (Bragança) chamado Quinta do Salgueiro.De seguida, fomos conhecer esta pequena vila chamada Freixo de Espada à Cinta (nome nada fácil de se escrever mas lindo de conhecer!). Além disso, precisávamos ver onde iríamos jantar. Assim que chegámos ao centro, percebemos que não havia muito por onde dar voltas para passar o tempo. A pé, facilmente conhecemos as ruas principais e as ruelas estreitas por entre as casas. Foi engraçado reparar que, ao Sábado à tarde, é por hábito, as senhoras e mesmo as jovens passarem o tempo sentadas na beira da porta na conversa umas com as outras. Pareceu-me terem uma vida super tranquila e relaxada, muito diferente do stress e da confusão da cidade...
Com o passeio, lá conseguimos descobrir um restaurante aparentemente bom, no aspecto em que dizia ter apenas produtos regionais. Se é regional, é o que se quer!
E assim foi e acreditem que não podíamos ter escolhido melhor! Eu comi lombinhos com molho de mel (da zona) e mostarda... Bem... de comer e chorar por mais!! A minha cara metade comeu lombinhos com molho de vinho do porto (claro que da zona também!) e foi tudo de comer e chorar por mais. Para sobremesa, dada à dificuldade de escolha de apenas uma, nada melhor do que pedir um prato de degustação de sobremesas e prová-las a todas!
Depois de uma bela jantarada, decidimos aproveitar a temperatura fantástica que se fazia sentir e fizemos uma caminhada muito relaxada...
2º dia:
Acordar de manhãzinha com o sol a bater na janela e ver algumas nuvens carregadas no céu a ameaçar molhar o fim de semana, mas nada de preocupante.
De Freixo rumámos em direcção a Bragança, onde passámos a segunda noite. Descobrimos sítios fantásticos, como perdidos algures em Portugal. Sítios que julgava não existirem, longe de tudo e de todos. Vimos a natureza no seu maior fulgor, protegida pela falta de acessos fáceis e ainda bem que assim é... Até descobrimos bandos de Grifos!
Em Bragança, decidimos conhecer o castelo de Bragança e as redondezas. Foi engraçado estarmos no lugar da corte portuguesa, no dia anterior em que se celebra a queda da monarquia. :) Mas não encontrámos os duques em lado nenhum :P
Ao final do dia, já cansadíssimos, fomos conhecer o Parque natural do Montesinho e a respectiva aldeia. Ainda bem que estas aldeias são protegidas! São sítios lindíssimos, onde o tempo parece ter parado algures no passado. É tão bom recuar no tempo e sentir aquela tranquilidade de uma vida pacata, sem as confusões e o stress próprio do século XXI. Mas não foi uma viagem nada fácil... encontrámos de tudo pelo caminho, desde rebanhos de ovelhas na estrada, a manadas de bois e vacas, bem ornamentados... bastante assustador passar pelo meio deles, a rezar para que nenhum deles se zangue com o carro... Também encontrámos um burrito, deveras simpático e que eu não resisti a fazer-lhe uma festinha! Já sabem como eu sou...Ora bem, já falei na Rota do Vinho do Porto, na Rota do Azeite, pelo meio passámos também por uma placa que dizia Rota do Pão. No Montesinho, passámos pela Rota da Castanha... eram hectares e hectares de castanheiros!!
Aqui fica uma imagem do Parque Natural do Montesinho:
Terceiro e último dia:
Bastante mais melancólicos e com o peso de ter que ir embora, descer ao Planeta Terra e, então, regressar à realidade, continuámos o nosso percurso. A ajudar, a chuva, que tanto ameaçou durante todo o fim-de-semana, lá decidiu cair em força no dia de hoje. Mas não pensem que nos desmotivou. Muito pelo contrário, ainda ajudou a tornar a paisagem muito mais bonita e com uma mística bastante diferente.
Pelo caminho, fomos conhecendo barragens imponentes, montes lindíssimos e praias fantásticas criadas pelas barragens. Ainda passámos a fronteira e vimos o outro lado do rio Douro e não achei que os Espanhóis aproveitassem muito melhor a paisagem do Rio. Posso até afirmar que, do nosso lado, há muito mais Natureza e muito mais cuidado na manutenção do meio ambiente.

Fomos almoçar a Miranda do Douro. E fiquei um pouco desiludida com esta cidade, tão prometedora. Achei que estão muito construída, muito em torno do turismo e muito pouco regional e tradicional. Está a ficar uma cidade como tantas outras. O que safa são os montes lindíssimos que a rodeiam e o rio que a banha em baixo.
À vinda embora, viemos passar pelo Parque do Gerês e é indescritível a beleza das paisagens ao longo de todo o percurso. E o tempo cinzento e de chuva tornou tudo muito mais fantástico do que com sol! Só se viam nuvens pelo meio dos vales, como que lá colocadas de propósito. Lindíssimo!
E assim foi... a minha prenda de aniversário. Tenho a certeza que ainda ficou muito por dizer, muito lugar onde estive por descrever. Mas, penso que o essencial ficou aqui registado, para que daqui a uns anos eu possa recordar tudo ao pormenor! Há coisas que não devemos esquecer. :)
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